sexta-feira, 13 de setembro de 2013



A condenação partiu da 2ª Vara Criminal da Comarca de São João de Meriti, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.



Preso desde o dia 8 de maio, em Bangu 2, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, o pastor Marcos Pereira foi condenado a 15 anos de prisão no processo movido por seis fiéis que o acusam de estupro. A condenação partiu da 2ª Vara Criminal da Comarca de São João de Meriti, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Os crimes

Uma das vítimas contou que foi estuprada dos 14 aos 22 anos, e outras três disseram que também foram atacadas quando ainda eram menores de idade. As orgias aconteciam, segundo Márcio Mendonça, tanto na igreja quanto no apartamento do pastor, na Avenida Atlântica, em Copacabana, Zona Sul do Rio. Segundo os autos, o crime aconteceu no final de 2006. O imóvel custa R$ 8 milhões. Além de ser acusado por abuso sexual, o líder da igreja Assembleia de Deus dos Últimos dias, também é citado em um suposto envolvimento com tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Na época em que o pastor Marcos foi preso, o delegado Márcio Mendonça, titular da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) descreveu a dinâmica dos estupros: o pastor permanecia no gabinete dele e ligava para as vítimas, pedindo que elas tivessem um momento a sós com ele. Após fechar as portas, o pastor tentava convencer as vítimas a fazer sexo com ele. Quando elas reagiam, ele usava a força. Uma das seis vítimas afirmou que foi estuprada após o pastor ligar pedindo que ela levasse um café em sua sala. As vítimas eram fiéis da igreja, que iam até a Assembleia de Deus dos Últimos Dias, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, fazer um trabalho voluntário.

No dia 22 de maio, o EXTRA publicou escutas “picantes” do pastor com suas fiéis. Em uma das quatro conversas a que o EXTRA teve acesso com exclusividade, o pastor, antes de se despedir de uma fiel que falava com ele do seu celular de seu carro, avisa: "Tô com saudade do seu rabo". Marcos foi preso no último dia 8 acusado de dois estupros de fiéis. A polícia ainda investiga se o pastor estuprou outras 20 mulheres que moravam na igreja.
Fonte: Extra








Luiz Claudio foi visto pela última vez em Pindobaçu.

A Família do Jovem Luiz Claudio, de 25 anos, está desesperada a sua procura. Segundo informações passadas por seus amigos e parentes,a nossa redação, o mesmo desapareceu no último dia 26 de Agosto, do povoado de Sambaiba município de Mirangaba. Fomos informados que o agricultor teria sido visto pela última vez na cidade de Pindobaçu.

Não se sabe o que teria acontecido, para que Luiz Carlos tomasse essa atitude de desaparecer sem dá noticias. Qualquer informação que possa levar a família encontrar ligar para: (74) 99722043. 



Empresa terá que pagar R$ 7.628,67 a título de indenização.
Advogado da Telexfree diz que empresa irá recorrer da decisão.


Thiago Tinoco não irá recorrer
(Foto: Arquivo pessoal)

O Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte reconheceu vínculo trabalhista entre um divulgador e a empresa Telexfree, nome fantasia da empresa de marketing multinível Ympactus Comercial Ltda. A decisão é do juiz George Falcão e foi publicada na tarde desta quinta-feira (12). A Telexfree foi condenada a pagar R$ 7.628,67 ao divulgador Breno Rocha Barbosa a título de indenização trabalhista.

O advogado da Telexfree, Horst Fuchs, disse ao G1 que ainda não havia sido informado da decisão. Mas ele antecipou que a empresa irá recorrer. "É a primeira vez que temos uma decisão desta no país. Todas as outras em processos similares foram favoráveis à nossa empresa. Ainda não fomos intimados da decisão, mas adianto que iremos recorrer", disse.

Na decisão o juiz George Falcão determina que a Ympactus proceda "às devidas anotações do contrato de trabalho na CTPS obreira, com os seguintes dados: cargo de promotor de publicidade, salário de R$ 2.568,00, admissão em 05.02.2013 e demissão em 24.06.2013". O juiz diz ainda que, caso a empresa não assine a carteira de trabalho de Breno Rocha, ele deverá comunicar a Delegacia Regional do Trabalho, em Natal, para "aplicação das sanções cabíveis".

De acordo com o advogado de Breno Rocha, Thiago Tinôco, o valor concedido na decisão é menor do que o pedido pela defesa. "Apesar de o valor ser menor, nós não vamos recorrer da decisão", disse. Ele explicou que o valor é referente a 13º e férias proporcionais, e multa por rescisão unilateral.

Na decisão, o juiz George Falcão ressalta ainda que “a questão da existência ou não de vínculo empregatício em casos do trabalhador que exerce suas atividadas em seu próprio domicílio, sem estar sob a vista direta e cotidiana do empregador e sem horário de trabalho fixo, é, admita-se, ainda controversa na jurisprudência, inclusive no TST”. Fonte: G1

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