sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013



Os semáforos pararam de funcionar provocando um caos no trânsito. Agentes da SMT estiveram no local para organizar o trânsito.

Paulo José/Acorda Cidade

Mais um ônibus do transporte urbano, da empresa 18 de Setembro,pegou fogo em Feira de Santana, por volta de 10 horas desta sexta-feira (22). Desta vez na avenida Senhor dos Passos em frente aprefeitura. As chamas atingiram a fachada de uma loja e os fios deeletricidade, deixando parte do centro comercial sem energia, poralguns minutos. 

De acordo com informações, a equipe do Corpo de Bombeiroschegou ao local cerca de 30 minutos após o início do incêndio. O Major Piauí explicou que ocorreu a demora, pois a equipe estava emoutra ocorrência no bairro jardim Cruzeiro, justificando também, ofato da água ter acabado antes de apagar o incêndio. 

“Chegamos aqui com o tanque da viatura incompleto. Combatemosinicialmente e na sequência chegou outra viatura que concluiu otrabalho. Eu não sei informar o que pode ter causado incêndio. Sóuma análise mais aprofundada de um perito poderá determinar”,declarou. 

Os semáforos pararam de funcionar provocando um caos notrânsito. Agentes da SMT estiveram no local para organizar otrânsito e equipes da Coelba trabalharam para restabelecer aenergia (Foto: Daniela Cardoso). 

O incêndio atraiu uma multidão ao local (Foto: Andrea Trindade/Acorda Cidade)

Segundo informações de pessoas que estavam no local, cerca de 60 pessoas estavam no veículo, que fazialinha para o bairro Feira IX, mas ninguém ficou ferido. Várias pessoas se aglomeraram no local e cobraramprovidências ao prefeito José Ronaldo de Carvalho. Eles ainda protestaram sobre o preço da passagem, além decobrarem uma renovação da frota. 

“Foi uma tragédia e graças a Deus que não morreu ninguém. Isso serve de lição, pois os ônibus estão todosvelhos. Eu pego ônibus todos os dias e estamos precisando de segurança. Os veículos vivem quebrados e aindatem a questão da demora. É uma vergonha pagar R$ 2,50 e está nessa situação. Isso é um espelho para aprefeitura, pois ocorreu bem em frente ao prédio. Estamos arriscando a vida andando nesses ônibus”, disse umapessoa que estava no local. 

Igor Alves, que também estava no local do incêndio, afirmou que os ônibus são velhos e cobrou providências doprefeito. “Isso é uma vergonha para a comunidade. A população deu o voto a José Ronaldo e os ônibus quechegam são velhos, usados, por isso essas coisas acontecem”, afirmou.

O secretário interino de Transportes e Trânsito, Luiz Carlos Barcelar, foi até ao local e informou que existe uma portaria convocando todos os ônibus da cidade para fazer uma vistoria desde o dia 4 de fevereiro. De acordo com ele, a vistoria se estende até o dia 29 de março e tem o objetivo de verificar as condições dos veículos de um modo geral. Luiz afirmou que o governo está atento e todos os procedimentos estão sendo catalogados. “No final convocaremos os donos das empresas para que se tenha a renovação da frota”, afirmou. 

O secretário disse ainda que não tem como responder se esse ônibus passou por vistoria, já que o número de ordem foi apagado. “Vamos verificar se houve vistoria e a punição será feita dentro do que manda a lei. A secretaria adotará as providências”, ressaltou. 


Sabotagem 

O gerente administrativo da empresa 18 de Setembro, Roque Alves, também esteve no local e disse que existe a suspeita de que o incêndio possa ter sido uma sabotagem. Ele afirmou que esse é o segundo veículo da linha Feira IX que é incendiado e que nessa linha existe um grande volume de transporte clandestino.

“Existe uma verdadeira guerra pelo passageiro. Temos indício de que esse tipo de ação pode ter sido provocada pelas pessoas que fazem o transporte clandestino. Recentemente entramos no Ministério Público para buscar meios de combate a esse tipo de transporte”, afirmou acrescentando que o veículo estava dentro da idade média aceita pela cidade e que não acredita que algo desse tipo possa ocorrer de uma hora para outra.

Roque Alves afirmou ainda que vai realizar o boletim de ocorrência, aguardar a perícia e ver com o departamento jurídico quais providências a empresa irá adotar, além de realizar um levantamento dos danos causados para fazer os devidos ressarcimentos.


Fotos: Paulo José/Acorda Cidade

As informações são dos repórteres Paulo José e Ed Santos do Acorda Cidade




É neste Sabádo ( 23) no clube secial 7 de Setembro em Barreiros Riachão do Jacuípa - BA 







Nessa quarta-feira (20), por volta das 16h40, a Viatura 7410 da 74ª CIPM, comandada pelo Sd PM Alberto, realizava a Operação Munzuá, no Bairro Dom José Rodrigues, Juazeiro-BA, quando ao avistar o bloqueio policial a pessoa de Francisco de Assis Lopes de Oliveira empreendeu fuga na motocicleta Honda CG 125 Titan ES, placa GWY-6183/Araxá-MG. Ao adentrar num matagal, o suspeito foi detido pela Guarnição e após abordagem, foram encontrados em seu poder 03 petecas de pó esbranquiçado, supostamente cocaína. O material foi apreendido e o acusado conduzido e apresentado à Delegacia de Polícia Civil de Juazeiro. Ainda na tarde de ontem, uma Guarnição do GOE, comandada pelo Sd PM Genilson, realizava abordagens no Distrito Industrial de Juazeiro, quando Vagner Rodrigues Feitosa foi abordado e identificado como sendo traficante foragido do Conjunto Penal de Paulistana, Piauí. Em desfavor do acusado havia um mandado de prisão preventiva, expedido em 29 de junho de 2011, pela primeira Vara Criminal da Comarca de Juazeiro, que foi cumprido pela referida Guarnição. O acusado foi conduzido e apresentado à DEPOL, juntamente com a motocicleta Yamaha Factor YBR 125, cor preta, placa NZD-5023. Na manhã de hoje (21), a Viatura 7410, comandada pelo Sgt PM Elpídio, recuperou a motocicleta Honda/CG 150 Titan, placa KIK-3033, cor laranja, de propriedade do Senhor Gilvan Mendes de Araújo, tomada de assalto próximo ao Parque de Vaquejada Marvale, no bBairro Malhada da Areia, às 08h15, por dois elementos não identificados.


Fonte:  Geraldo José







Ao lançar a presidente Dilma à reeleição, ex-presidente soltou as amarras da candidatura do governador de Pernambuco ao Palácio do Planalto em 2014, afirma o principal interlocutor do presidente do PSB no Nordeste; "Agora é irreversível", disse senador Jarbas Vasconcelos ao 247; "A única hipótese que havia para Eduardo não concorrer a presidente era a de ser candidato como vice de Lula", completou; "Sem ele, Eduardo acaba de se tornar candidato"

247 – O senador e ex-governador de Pernambuco Jarbas Vasconcelos está certo de que o lançamento pelo ex-presidente Lula da candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição, na noite da quarta-feira 20, durante a festa de comemoração de dez anos do PT no poder federal, terá como reflexo o lançamento de outra candidatura a presidente: a do governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos.

"Eduardo acaba de entrar em definitivo no jogo de 2014", disse Jarbas ao 247, em Brasília. "É irreversível. A única hipótese que existia para ele não concorrer seria a de ser candidato a vice do próprio Lula. Mas como o ex-presidente se colocou fora da disputa, quem vai entrar é ele". Dilma já definiu que seu companheiro de chapa será o vice-presidente Michel Temer, do PMDB.

Integrante do PMDB sempre às turras com a cúpula partidária, Jarbas Vasconcelos é o princial interlocutor político de Eduardo Campos na região Nordeste. Ex-governador de Pernambuco, Jarbas tem influência sobre toda a faixa à esquerda de seu partido e de outras agremiações. "Só faltava essa definição para Eduardo fazer sua própria escolha. Lula, na prática, o está empurrando a concorrer contra Dilma".
Fonte : Brasil 247








Um dia depois de Dilma Rousseff ser lançada à reeleição pelo ex-presidente Lula, na festa de dez anos do PT no poder, e do senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG) adotar um tom mais duro, assumindo uma postura de presidenciável, com a fala sobre os “13 fracassos” do PT, a sucessão presidencial acaba de ganhar mais um ingrediente. Desta vez, surpreendente. Fernando Collor de Mello, ele mesmo, está voltando. Pessoas próximas ao senador alagoano garantem que ele pensa em disputar, novamente, a presidência da República, em 2014.

O entusiasmo de Collor decorre de algumas pesquisas reservadas, feitas em todo o País, que incluem seu nome entre os possíveis presidenciáveis. Aqueles que se declaram inclinados a votar no senador alagoano oscilam entre 14% e 16%, alcançando um universo próximo a 22 milhões de eleitores. É mais, por exemplo, do que têm o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o governador pernambucano Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, e a ex-senadora Marina Silva, que pretende criar o partido Rede Sustentabilidade. “Se a eleição vai ser parecida com a de 1989, com tantas candidaturas, por que não eu?”, disse o parlamentar alagoano, que conquistou espaço até na esquerda, a um interlocutor próximo.

Collor enxerga um cenário semelhante ao da primeira eleição presidencial pós-redemocratização em que praticamente todos os partidos lançaram candidatos. Em 1989, o PT foi de Lula, o PDT lançou Leonel Brizola, Collor concorreu e venceu pelo novato PRN, o PSDB teve Mário Covas, mas também foram candidatos nomes como Paulo Maluf, Roberto Freire, Ulysses Guimarães e Guilherme Afif Domingos.

Desta vez, além das candidaturas já postas, de Dilma, Aécio, Campos e Marina, há ainda outras possibilidades. O senador Cristovam Buarque, por exemplo, sonha em concorrer pelo PDT. DEM e PPS também demonstram insatisfação com a filiação automática aos projetos do PSDB. E a base política do governo Dilma pode se fragmentar, se Campos vier mesmo a ser candidato.

Nas suas pesquisas, Collor constatou uma boa acolhida em todos os estados da região Sul, no Nordeste e também em São Paulo. Aos amigos, ele tem dito que, num cenário fragmentado, ele poderá ao menos enriquecer o debate democrático e se colocar novamente diante dos olhos do público para que seu governo seja novamente julgado. “Será que foi justo tirar um presidente por uma Fiat Elba?”, ele tem dito aos amigos.

Curiosamente, como senador, Collor foi um dos parlamentares mais solidários a seus algozes do passado. No julgamento da Ação Penal 470, ele diz ter assistido uma injustiça semelhante ao do seu processo de impeachment, num processo conduzido pela oposição, em parceria com os meios de comunicação.

No Congresso, ele conquistou a simpatia de parte da esquerda, ao liderar o movimento pelo impeachment do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e também pelas convocações de empresários de mídia, como Roberto Civita, e de jornalistas, como Policarpo Júnior. Mesmo tendo sido vencido nesses dois debates, Collor marcou posição. E acredita que seus 16% vão muito além de um simples recall.

Se não houver espaço, Collor terá ainda, em 2014, duas alternativas: uma nova disputa ao Senado, contra Heloísa Helena, do Psol, ou o governo de Alagoas, onde o atual gestor Teotônio Vilella Filho, do PSDB, vive um mau momento.
Fonte: Brasil 247

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